Pais de crianças de até 10 anos que possuírem veículos de até 1998 terão que se adaptar a lei que obriga o uso das cadeirinhas
Fonte Jornal A Gazeta
Assento elevado é obrigatório também para carros fabricados até 1998, quando ainda não havia a obrigação legal do uso do cinto de segurança de três pontos. Neste caso, a segurança das crianças se dará com o cinto abdominal.
A orientação de segurança é do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), mas segundo a diretora técnica da instituição Rosane Giuberti essa solução não é a ideal e deve ser provisória. “A eficiência não é a mesma. O cinto de três pontos é uma evolução ao cinto de dois pontos”, afirma Rosane Giuberti.
A lei que obriga o uso das cadeirinhas no bando de trás dos automóveis entrou em vigor na última quarta-feira (1). Dentro de um ano, os Detrans de todo o país mandarão ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) todas as informações e estatísticas sobre a aplicação da medida, além de sugestões para aprimorar a lei.
Os proprietários de veículos antigos que tiverem interesse podem adaptar o cinto de três pontos no automóvel. Hoje a procura já é grande, o que aumentou o movimento nas capotarias em até 80% nos últimos meses. De acordo com o proprietário de uma oficina mecânica Amauri Ribeiro, o preço do serviço varia entre R$ 180,00 e R$ 200,00, dependendo do modelo do veículo.
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Jornalismo Digital
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ano eleitoral
2010 é ano de campanha eleitoral. Desde já nos preparamos para acompanhar, querendo ou não, em todos os meios de comunicação a batalha que os partidos políticos vão travar durante seu tempo de propaganda gratuita.
Seremos bombardeados por promessas, críticas, ideologias e principalmente, sofreremos com as tentativas de aliciamento que cada partido político fará do alto do palanque que será montado dentro de nossas casas, duas vezes por dia, sendo uma em horário nobre.
É engraçado esse tempo de eleição, no começo todos os candidatos são justos, fiéis e bons moços, prometem campanhas pautadas pela ética e pela moral, dizem ter propostas para governar e se intitulam dignos de confiança. Mas quando a coisa esquenta, quando chega a hora do corpo a corpo com o eleitor, tudo muda de figura, é um tal de você me ajuda aqui que eu te ajudo ali e começa a temporada de barganhas e troca troca.
O que é que tem votas no candidato que promete uma ajuda para reformar aquele telhado cheio de buracos, ou aquele que vai arrumar uma colocação para aquele seu primo preguiçoso na prefeitura... Nada de mais, né?
Tem também aqueles que são mais diretos e literalmente compram, em espécie, o direito que você tem de escolher seus representantes por meio do voto. E ainda é comum a gente ouvir que daqui a quatro anos tem eleição de novo e que na próxima será diferente.
A gente se acostuma a tudo nessa vida, pagamos muitos impostos e nos contentamos em só reclamar, nos trancamos em casa com medo da violência e viramos reféns de nos mesmos fingindo que não vemos aqueles miseráveis pedindo esmola bem ali na esquina e nos julgamos pessoas civilizadas e que cumprem com sua parte.
Quem dera. Bem que nós podíamos aproveitar os ares de mudança que uma eleição nos trás e rever coisas simples que de verdade podem fazer a diferença. Que tal se a gente passasse a escolher o que queremos para nossa cidade e para o nosso país da mesma forma que escolhemos os nossos amigos.
Se considerássemos que o que importa é ter boa vontade, é ajudar quando é preciso, é assumir os compromissos assumidos e honrar a palavra empenhada, tudo seria mais simples. Se escolhêssemos nossos candidatos que deles vai depender nos futuro próximo e que eles decidirão coisas que afetam diretamente nossas vidas e sobre as quais só podemos agradecer ou nos queixar, tudo seria mais coerente.
Se hoje votamos em um sujeito que só quer se dar bem ou em um boa praça cheio de terceiras intenções o problema, no final das contas, não será deles.
Façamos então a nossa parte. Eleição é coisa séria, fiscalizar, denunciar e cobrar coerência depois da eleição é tão importante quanto votar com consciência. Só assim vamos ficar livre dos “valérios”, do dinheiro na cueca, das pizzas do congresso, do abuso de poder e do “sabe com quem você está falando?”
Sejamos honestos conosco mesmos e façamos o que deve ser feito. Ou você prefere deixar tudo como está?
Seremos bombardeados por promessas, críticas, ideologias e principalmente, sofreremos com as tentativas de aliciamento que cada partido político fará do alto do palanque que será montado dentro de nossas casas, duas vezes por dia, sendo uma em horário nobre.
É engraçado esse tempo de eleição, no começo todos os candidatos são justos, fiéis e bons moços, prometem campanhas pautadas pela ética e pela moral, dizem ter propostas para governar e se intitulam dignos de confiança. Mas quando a coisa esquenta, quando chega a hora do corpo a corpo com o eleitor, tudo muda de figura, é um tal de você me ajuda aqui que eu te ajudo ali e começa a temporada de barganhas e troca troca.
O que é que tem votas no candidato que promete uma ajuda para reformar aquele telhado cheio de buracos, ou aquele que vai arrumar uma colocação para aquele seu primo preguiçoso na prefeitura... Nada de mais, né?
Tem também aqueles que são mais diretos e literalmente compram, em espécie, o direito que você tem de escolher seus representantes por meio do voto. E ainda é comum a gente ouvir que daqui a quatro anos tem eleição de novo e que na próxima será diferente.
A gente se acostuma a tudo nessa vida, pagamos muitos impostos e nos contentamos em só reclamar, nos trancamos em casa com medo da violência e viramos reféns de nos mesmos fingindo que não vemos aqueles miseráveis pedindo esmola bem ali na esquina e nos julgamos pessoas civilizadas e que cumprem com sua parte.
Quem dera. Bem que nós podíamos aproveitar os ares de mudança que uma eleição nos trás e rever coisas simples que de verdade podem fazer a diferença. Que tal se a gente passasse a escolher o que queremos para nossa cidade e para o nosso país da mesma forma que escolhemos os nossos amigos.
Se considerássemos que o que importa é ter boa vontade, é ajudar quando é preciso, é assumir os compromissos assumidos e honrar a palavra empenhada, tudo seria mais simples. Se escolhêssemos nossos candidatos que deles vai depender nos futuro próximo e que eles decidirão coisas que afetam diretamente nossas vidas e sobre as quais só podemos agradecer ou nos queixar, tudo seria mais coerente.
Se hoje votamos em um sujeito que só quer se dar bem ou em um boa praça cheio de terceiras intenções o problema, no final das contas, não será deles.
Façamos então a nossa parte. Eleição é coisa séria, fiscalizar, denunciar e cobrar coerência depois da eleição é tão importante quanto votar com consciência. Só assim vamos ficar livre dos “valérios”, do dinheiro na cueca, das pizzas do congresso, do abuso de poder e do “sabe com quem você está falando?”
Sejamos honestos conosco mesmos e façamos o que deve ser feito. Ou você prefere deixar tudo como está?
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